O ano de 2025 foi desafiador para o conjunto da classe trabalhadora. Mesmo em uma conjuntura adversa, as e os docentes se mobilizaram nas ruas e nas redes em defesa do fim da escala 6×1, na luta pela derrota da PEC da blindagem, contra a Reforma Administrativa e na construção da II Marcha Nacional das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver.
Também foi um período marcado pela violência contra as mulheres. O aumento dos casos de feminicídio no Brasil evidenciou a face mais brutal do patriarcado, inclusive dentro dos espaços educacionais, como no feminicídio ocorrido dentro do Cefet-RJ. Somou-se a isso a denúncia permanente de uma política de segurança pública que vitima, de forma sistemática, jovens negras e negros, como no Complexo da Penha, no Rio de Janeiro.
A mobilização seguiu presente ao longo do ano. O ANDES-SN participou da Cúpula dos Povos, fortalecendo uma agenda ecossocialista e reafirmando que a emancipação humana depende da organização coletiva da classe trabalhadora.
A entidade também reafirmou seu compromisso com a solidariedade internacional, em defesa do povo palestino diante do genocídio a céu aberto. Do Rio ao RioMar: Palestina livre.
Em 2026, o ANDES-SN seguirá no enfrentamento à extrema direita, à anistia às e aos golpistas e às políticas de ajuste fiscal, em defesa da carreira docente, do orçamento público, do fim da lista tríplice, da efetivação dos acordos de greve, contra o feminicídio e pela implementação real das políticas de cotas.
✊🏾Seguimos! Com esperança e mobilização.